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As plataformas mobile e a relevância do “Varejo On The Go”

8 dezembro 2015
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O varejo on the go é aquele que se realiza, em alguma medida, otimizado e viabilizado por um celular ou tablet.

Os pontos de contato móveis de um varejista podem ser variados. Há o caminho extremamente rico e variado dos aplicativos, há todas as possibilidades das tecnologias de geolocalização (como NFC ou QR Code ou ainda Virtual Reality) e há a mais tradicional, mas ainda extremamente eficaz opção de um site mobile extremamente otimizado e amigável para que a compra seja integralmente realizada numa “loja” móvel, que reproduz o sortimento de produtos da loja física, só que dentro do ambiente mobile.

Cada uma delas tem suas características específicas e deve ser considerada na sua estratégia de varejo on the go.

Espera-se que as compras efetivamente realizadas através de algum uso de tecnologias móveis venham a representar até 2020 mais do que 10% do total de compras. Sendo que a relevância das plataformas mobile na pesquisa de varejo deverá crescer muito mais do que isso e responder pela maior parte das buscas por produtos no setor de varejo. Portanto, além de um canal de conversão final, o varejo on the go passa a ser fundamental na jornada de compras do consumidor. Negligenciá-lo será um erro fatal para o desempenho dos negócios online de qualquer empresa.

O site móvel

Começando pelo formato mais convencional do site móvel. Ele deve ser concebido levando em conta duas premissas: ele é uma extensão da loja física e deve guardar com ela um sem número de semelhanças, que vão desde aspectos de design a sortimento de produtos; mas ele é também um canal com características próprias e que não deve ser confundido com o site da empresa. Estamos falando de um portal de compras, que deve ter uma apurada abordagem de Mobile User Experience, facilitando ao máximo a navegação de quem está com um celular nas mãos e está em movimento. As ofertas devem ser diretas, os passos da navegação reduzidos ao máximo, as imagens devem ganhar espaço em relação aos textos, assim como a finalização da compra no check-out e toda a dinâmica de pagamento deve ser totalmente simplificada (sem necessariamente abrirmos mão das normas de segurança).

Varejo-On-The-Go

Não se deve também esquecer que por mais otimizado e ágil um mobile site possa ser, que ele em nada contribuirá nas vendas se não for encontrado. Portanto, toda uma estratégia de ativação desse site tem que ser colocada em ação e isso vai desde a compra de links patrocinados e criação de conteúdos atraentes que envolvam o consumidor e o leve, finalmente, a comprar os produtos.

Os Aplicativos

Os aplicativos têm alguma vantagem em relação aos sites móveis porque podem ser muito mais interativos e envolventes. Podem ser construídos para determinadas ações específicas, como uma promoção, por exemplo, ou para públicos específicos ou ainda para produtos e serviços específicos. Podem ser portanto muito mais flexíveis e eficientes para estratégias previamente determinadas. Sua evidente desvantagem é que precisam ser baixados para o interior dos aparelhos móveis e isso demanda do consumidor uma ação adicional em relação ao site móvel, no qual o internauta simplesmente navega, como faz na internet através de seu browser habitualmente. O fato é que com um aplicativo algumas estratégias de venda podem ser aprofundadas e ampliadas. É possível para um varejista ter vários aplicativos para suas ações online, enquanto o mobile site tende a ser único.

varejo-1

As tecnologias de geolocalização

Mais e mais difundidas e utilizadas em todo o mundo, em função de seu evidente avanço tecnológico recente, as tecnologias como NFC, QR Codes, Realidade Virtual e, podemos ainda acrescentar, os iBeacons (pequenos softwares colocados estrategicamente nos pontos de venda físicos que oferecem alternativas adicionais de informação e visualização de features dos produtos que estimulam sua aquisição), todas elas têm apelos indiscutíveis de utilização. Mas para cada uma delas é necessário um estudo específico de uso versus os benefícios finais que podem representar, uma vez que são tecnologias com alto grau de sofisticação, que vão demandar suporte customizado no back-end dos seus sistemas de gestão.

Algumas coisas no varejo on the go são, no entanto, indiscutíveis.

  • Todo varejista deve ter estratégias de mobilidade incorporadas as suas práticas de venda;
  • Todo varejista tem que ter um mobile site;
  • Todo varejista deve analisar com precisão e atenção a implantação de aplicativos para otimização de vendas de segmentos específicos do seu negócio;
  • Todo varejista deve pensar em sua estratégia mobile de forma totalmente integrada com o restante de suas ações de venda;
  • O banco de dados de todos os canais de venda deve ser integrado e cada canal não pode mais ser tratado de forma vertical independente.

O varejo on the go vai crescer e, sem dúvida, entrar nela não é mais uma opção. Passou a ser uma necessidade indispensável.

Entre em Contato conosco para que possamos elaborar uma proposta customizada para você e sua empresa.


Fonte: Innovation Insider



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